Milão San Remo
O australiano Matt Goss (HTC-HighRoad) corria por fora da lista de favoritos para a Milão-São Remo, primeira grande clássica da temporada, disputada neste sábado. Mesmo assim, Goss não se impressionou com os grandes nomes presentes na prova e escreveu o seu nome em uma seleta lista de campeões.
A prova deste ano teve um momento-chave, que foi uma queda na descida da Le Manie, quando faltavam cerca de 80 km para o final. O acidente envolvendo vários ciclistas - sem gravidade - quebrou o pelotão e um série de candidatos ao título teve que tentar reverter uma desvantagem de 2min, algo que não aconteceu.
Entre os que perderam o contato com o pelotão dianteiro estavam Óscar Freire (Rabobank), campeão do ano passado, e Mark Cavendish (HTC-High Road), campeão de 2009. Quem também deu adeus à briga foi a dupla da Garmin-Cervélo Thor Hushovd e Tyler Farrar.
Eles não conseguiram reverter a desvantagem para um grupo com cerca de 40 ciclistas, entre eles, Fabian Cancellara, Vincenzo Nibali, Alessandro Petacchi e Philippe Gilbert.
O único que conseguiu saltar do segundo para o primeiro grupo foi Michele Scarponi, com uma aceleração incrível na subida da Cipressa.
Foi depois desta subida que o pelotão principal começou a se movimentar em busca da vitória. Ao chegar no Poggio, subida que anuncia os 6km finais de prova, o belga Greg Avermaet (BMC) liderava a prova solitário e foi assim até o início da descida.
No pelotão, um ataque de Vincenzo Nibali (Liquigas) implodiu o grupo, que foi se reagrupando na descida, com um belo trabalho de Fabian Cancellara. Até então, Goss se manteve discreto no grupo, apenas controlando os ataques. Ele não tinha nenhum companheiro de HTC-High Road no grupo. Trabalhou sozinho pela vitória.
No vídeo abaixo, que mostra os últimos 4km de prova, é possível observar os inúmeros ataques, de Nibali, Cancellara e Gilbert, principalmente, que tentavam destacar Goss.
Mas não foi possível. O australiano chegou com o grupo no quilômetro final e não teve dificuldade para saltar da roda de Gilbert e comemorar a vitória. Cancellara ficou em segundo e Gilbert, o terceiro.
Classificação - Milão-São Remo 2011
1 Matthew Harley Goss (Aus/HTC-Highroad) 6h51min10s
2 Fabian Cancellara (Sui/Leopard Trek) m.t.
3 Philippe Gilbert (Bel/Omega Pharma-Lotto) m.t.
4 Alessandro Ballan (Ita/BMC) m.t.
5 Filippo Pozzato (Ita/Katusha) m.t.
6 Michele Scarponi (Ita/Lampre – ISD) m.t.
7 Yoann Offredo (Fra/FDJ) m.t.
8 Vincenzo Nibali (Ita/Liquigas-Cannondale) a 3s
Fonte: Prologo.
domingo, 20 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
O segredo de Cancelara
CHAVE DO SUCESSO E SUPERIORIDADE NÃO VEM DE UM MOTORZINHO
Fabian Cancellara (Leopard) causou polêmica no último ano, após inúmeras e incontestáveis vitórias no ProTour. Seus resultados tornaram-se motivo de estudo e alguns especialistas concluíram que o suíço estaria usufruindo de um motor presente nos tubos do quadro de sua bicicleta, o que nunca foi comprovado.
Em contrapartida, a UCI (União Ciclística Internacional) chegou a utilizar um scanner para descobrir possíveis indícios de manipulação no equipamento de Cancellara, principalmente pelas diferenças assustadoras sobre os rivais.
Um ano após toda a polêmica, o mistério em torno do desempenho e supremacia de Cancellara vem a tona. A utilização de um rolamento especial e de acerto único que faz o ciclista suíço conquistar até 2,5 segundos de vantagem por quilômetro percorrido.
O jornal La Dernière Heure entrevistou um mecânico italiano, amigo de Fabian Cancellara. “Fabian jamais utilizou um motor em seu quadro, mas dispõe de um sistema de rolamentos único, montado cautelosamente”, disse Denis Migani.
O sistema apelidado de “Gold Race” foi elaborado pelo engenheiro e professor universitário Giovanni Cecchini.
Até o momento, Cancellara parece ser o único atleta no pelotão ProTour a usufruir dos mecanismos criados por Cecchini. “Os rolamentos são compostos em parte de grafite e possuem um óleo lubrificante especial, cuja composição é guardada em segredo. Inclusive passa por alterações de acordo com a temperatura e a umidade.”
Seus rolamentos reduzem em até 95% o atrito, diminuem o ácido láctico em 27% e obtem uma vantagem de até dois segundos e meio por quilômetro. Mais informações em www.cecchiniteam.it
Fonte: Prologo
Fabian Cancellara (Leopard) causou polêmica no último ano, após inúmeras e incontestáveis vitórias no ProTour. Seus resultados tornaram-se motivo de estudo e alguns especialistas concluíram que o suíço estaria usufruindo de um motor presente nos tubos do quadro de sua bicicleta, o que nunca foi comprovado.
Em contrapartida, a UCI (União Ciclística Internacional) chegou a utilizar um scanner para descobrir possíveis indícios de manipulação no equipamento de Cancellara, principalmente pelas diferenças assustadoras sobre os rivais.
Um ano após toda a polêmica, o mistério em torno do desempenho e supremacia de Cancellara vem a tona. A utilização de um rolamento especial e de acerto único que faz o ciclista suíço conquistar até 2,5 segundos de vantagem por quilômetro percorrido.
O jornal La Dernière Heure entrevistou um mecânico italiano, amigo de Fabian Cancellara. “Fabian jamais utilizou um motor em seu quadro, mas dispõe de um sistema de rolamentos único, montado cautelosamente”, disse Denis Migani.
O sistema apelidado de “Gold Race” foi elaborado pelo engenheiro e professor universitário Giovanni Cecchini.
Até o momento, Cancellara parece ser o único atleta no pelotão ProTour a usufruir dos mecanismos criados por Cecchini. “Os rolamentos são compostos em parte de grafite e possuem um óleo lubrificante especial, cuja composição é guardada em segredo. Inclusive passa por alterações de acordo com a temperatura e a umidade.”
Seus rolamentos reduzem em até 95% o atrito, diminuem o ácido láctico em 27% e obtem uma vantagem de até dois segundos e meio por quilômetro. Mais informações em www.cecchiniteam.it
Fonte: Prologo
ATLETISMO
A HISTORIA DO ATLETISMO
O Atletismo e a modalidade desportiva que se tem relatos mais antigos desde as civilizações mais primitivas, o homem cultiva o gosto de competir, medindo sua força e rapidez e habilidade.
A história atletismo começa com o Atletismo na Pré Historia com sentido de Sobrevivência. O homem desde do inicio da vida vem tentando superar seus movimentos como caminhar, correr, saltar e arremessar.
O Atletismo tem sua origem na Grécia no ano de 776 a.c na Era Antiga onde foram realizados os jogos Olímpicos pela primeira vez durante cerimonias culturais e religiosas em homenagem a Zeus, o rei da mitologia Grega, não era permitido mulheres. Era feito um evento só para as mulheres em homenagem a Hera, esposa de Zeus.
Só em 1929 as mulheres passaram a competir nas Olimpíadas.
(Mulheres,Era Moderna do Atletismo.)
O Atletismo na Era Moderna tem sua primeira versão em1896 com os jogos Olímpicos sendo realizado de quatros e quatros anos com intenção de unificações dos povos e de promover a paz.
A partir de 1880 e 1920 formaram-se as primeiras associações de atletismo em todo mundo e tornaram o atletismo um dos esportes mais praticados no mundo seja por lazer, rendimento, estética, custo...
ATLETISMO
· Corridas = velocidade, resistência.
· Saltos = verticais: altura.
Horizontais: comprimento, triplo e salto.
“ O principal objetivo da vida não e a vitória,
mas a luta; o essencial não e vencer,mas lutar.Vamos exportar nossos atletas para promover a paz esse é o mercado livre do futuro.”
Pierre de Coubertain, Fundador da Olimpíada Moderna.
Curiosidades:
· Os estádio tinham o formato de “ U ”.
· A palavra atleta tem origem na palavra grega “ ATHLETIS” que significa lutador, ou seja, Atletismo representa a arte dos lutadores.
· Os jogos Olímpicos tem como símbolo a tocha Olímpica.
Nego Véio
Eriberto Medeiros sobe ao pódio em todas as etapas do Giro do Interior
O atleta é o líder no meta volante de montanhaNo terceiro dia de provas do Giro Internacional do Interior de São Paulo, em Barra Bonita, nesta quinta-feira (17), o atleta Eriberto Medeiros, da Padaria Real/ Caloi/ Céu Azul Alimentos/ Sorocaba chegou em quinto lugar. Na primeira prova, Eriberto havia chegando em terceiro. Na segunda, em quarto.
O vencedor da prova desta quinta-feira foi Rafael Serpa, e o vice, André Pullini, ambos de Americana. O terceiro classificado pertence ao time dos Estados Unidos: Jocob Raph. Em quarto lugar chegou Flávio Reblin, de Santos.
Os atletas correram 118 quilômetros: partiram de Bocaina, passaram por Itapuí e Garapuã e retornaram a Bocaina, numa velocidade média 42,6 km. Em meio a esse percurso houve o desafio de uma meta volante de montanha. Eriberto venceu a meta e lidera esse quesito da competição.
A quarta e penúltima etapa se desenvolverá na sexta-feira (18). Os atletas vão partir de Igaraçu do Tietê, entrando em Agudos, e voltando a Igaraçu. A competição se encerrará no Sábado, em prova de 69 km, num circuito entre Barra Bonita e Macatuba.
Estão participando desse Giro 121 ciclistas, integrantes de 22 equipes, sendo que cinco delas são internacionais, vindas dos Estados Unidos, Paraguai e três da Argentina. Pelo time sorocabano estão correndo, sob a orientação do técnico Edgardo Simon, Renato Ruiz, Kleber Ramos, Walter Miguel Jr. Marcelo Moser e Adriano Martins. ( Fonte: FPC.)
O vencedor da prova desta quinta-feira foi Rafael Serpa, e o vice, André Pullini, ambos de Americana. O terceiro classificado pertence ao time dos Estados Unidos: Jocob Raph. Em quarto lugar chegou Flávio Reblin, de Santos.
Os atletas correram 118 quilômetros: partiram de Bocaina, passaram por Itapuí e Garapuã e retornaram a Bocaina, numa velocidade média 42,6 km. Em meio a esse percurso houve o desafio de uma meta volante de montanha. Eriberto venceu a meta e lidera esse quesito da competição.
A quarta e penúltima etapa se desenvolverá na sexta-feira (18). Os atletas vão partir de Igaraçu do Tietê, entrando em Agudos, e voltando a Igaraçu. A competição se encerrará no Sábado, em prova de 69 km, num circuito entre Barra Bonita e Macatuba.
Estão participando desse Giro 121 ciclistas, integrantes de 22 equipes, sendo que cinco delas são internacionais, vindas dos Estados Unidos, Paraguai e três da Argentina. Pelo time sorocabano estão correndo, sob a orientação do técnico Edgardo Simon, Renato Ruiz, Kleber Ramos, Walter Miguel Jr. Marcelo Moser e Adriano Martins. ( Fonte: FPC.)
Diário de Bordo
UBERLÂNDIA, MG BRASIL
Dia: 18/03/2011.
Treino: Speed.
Anel Viário.
Percurso Intermediário.
Exigencia Física Media.
Distancia: 58 km.
Velocidade Max: 61,2 km/h.
Dia: 17/03/2011.
Treino: Speed.
Udia-Martinesia-Udia.
Percurso Intermediário.
Exigencia Física Media.
Distancia: 65 km.
Velocidade Max: 59,4 km/h.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Diário de Bordo
UBERLÂNDIA, MG BRASIL
Dia:16/03/2011
Atvidade Complementar Intervalados e Tiros.
Dia: 15/03/2011.
Treino: Speed
Udia-Anel Viário-cruz Branca-Udia.
Percurso Avançado.
Exigência Física Alta.
Distancia: 104 km.
Velocidade Max: 76,8 km/h.
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